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Os Três Porquinhos

Porquinhos partindo para construir as suas próprias casas.


Era uma vez uma linda casa de tijolos que ficava no alto de um morro. Nessa casa vivia uma família de porcos. Moravam lá a mamãe porca e seus três filhos porquinhos. Eles viveram muito felizes na casa durante um longo tempo.

Com o passar do tempo, os porquinhos cresceram, até que ficaram muito grandes. Por causa disso, mamãe porca ficou muito preocupada. A casa tinha ficado pequena para os porquinhos. Por isso, ela lhes disse “Vocês logo terão que construir as suas próprias casinhas”. E num belo dia de sol, os irmãos partiram.

Os três porquinhos eram bem diferentes entre si. O porquinho caçula se chamava Cícero e só pensava em tocar flauta e brincar pelos bosques. Não gostava de trabalho pesado.

O porquinho do meio se chamava Heitor. Ele gostava muito de comer maçãs e dormir, por isso preferia passar seus dias relaxando embaixo das árvores ao invés de trabalhar.

Já o porquinho mais velho, que se chamava Prático, era muito trabalhador. Ele sabia que primeiro devemos cumprir com nossas responsabilidades para depois aproveitar o dia.

Cada porquinho construiu uma casinha para si. Assim como os porquinhos, as casinhas eram bem diferentes umas das outras.

Cícero não quis perder muito tempo trabalhando na sua casa. Também não quis machucar as suas mãos porque gostava muito de tocar flauta. Por isso, resolveu construir uma casa de palha. Ela ficou pronta em pouco tempo e logo ele pôde brincar e tocar a sua flauta pelos bosques.

Heitor também não quis perder muito tempo trabalhando. Ele encontrou uma região com muitas árvores e resolveu usá-las para fazer sua casa. Logo a sua casa de madeira estava pronta e ele estava livre para cochilar na rede que ele colocou em sua varanda.

Prático, porém, sabia que ter uma casa forte e segura era muito importante. Por isso, resolveu construir sua casa de tijolos. Construir a casa deu muuuito trabalho e demorou muuuito tempo, mas Prático ficou feliz com o resultado.

Os porquinhos viveram felizes em suas novas casinhas por um bom tempo. Mas certo dia, um viajante passou ali perto... ERA UM LOBO!! Ele estava com muita fome e havia descoberto que porquinhos viviam nas redondezas. Por isso, ele decidiu procurá-los.

Depois de muito procurar, enfim o lobo encontrou a casa de palha de Cícero. Ele foi até a porta do porquinho e disse “Porquinho, porquinho, estou com fome. Deixe-me entrar ou essa casa vou derrubar!”. Cícero, que não era tão bobo, não abriu a porta. Furioso, o lobo deu um sopro forte em direção à casa. A casa era muito leve e voou pelos ares. Cícero, assustado, saiu correndo para a casa de Heitor!

O porquinho conseguiu chegar a salvo na casa de seu irmão Heitor. “Rápido! Feche a porta que o lobo está vindo!”, disse Cícero apavorado. O lobo chegou logo em seguida. E quando ele estava próximo da entrada da casa de madeira, bateu na porta com força e disse “Porquinhos, porquinhos, estou com fome. Deixem-me entrar ou essa casa vou derrubar!”. Os porquinhos não abriram a porta.

O lobo, então, começou a soprar. Ele soprou uma vez e a casa balançou, mas resistiu. Ele soprou uma segunda vez e a casa de madeira foi arrastada, quebrando-se logo em seguida!

Cícero e Heitor correram para a casa de Prático e conseguiram chegar antes que o lobo. Prático os recebeu e fechou a porta. Assim que o lobo chegou na casa, disse “Porquinhos, porquinhos, estou com fome. Deixem-me entrar ou essa casa vou derrubar!”. Mas os porquinhos não abriram a porta. Ele começou a soprar novamente. Soprou uma vez, duas vezes, três vezes, mas não adiantava. O lobo não conseguiu mover nem um tijolo da casa de Prático. Ela estava muito bem construída.

Foi aí que o lobo teve uma ideia. Ele resolveu subir no telhado da casa para então descer pela chaminé! Mas o porquinho Prático era mais esperto que o lobo. Quando escutou os passos no telhado, Prático pegou uma panela com água quente e colocou embaixo da chaminé.

Quando o lobo desceu pela chaminé, ele caiu direto na panela e queimou o rabo! A dor foi tão grande que o lobo saiu voando pela chaminé! Os porquinhos comemoraram que agora estavam livres do lobo!

No fim, todos os porquinhos entenderam a importância de se ter uma casa forte e segura. Prático ajudou seus irmãos a construírem suas casinhas de tijolos e, quando ficaram prontas, convidaram a mamãe porca para festejar.

A mamãe porca ficou muito orgulhosa de ver que seus filhos haviam aprendido uma valiosa lição. E a família de porcos viveu feliz para sempre.

FIM


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